Diário

— março 2013
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COLAPSO

Este projeto objetiva a pesquisa e curadoria de 26 famílias tipográficas e posterior fragmentação, retirando a função primeira de leitura e instaurando o sentido de textura. Colapso se volta à configuração experimental de um conjunto tipográfico reprogramado e ganha força à medida em que se abre para um processo realizado ao longo de 26 dias por espectadores/participantes, cujos resultados a serem gerados independem da vontade do designer propositor. O projeto almeja oferecer ao público acesso à produção tipográfica e a posterior possibilidade de interagir com o que foi criado a partir dos desdobramentos propostos, relativizando o papel do autor e indagando sobre o corpo, a legibilidade e o efêmero, contextualizados na contemporaneidade.


— setembro 2012
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CINEBH

Em parceria com o estúdio MOOD, criamos as peças de promoção e sinalização da 6ª Mostra CINEBH
Foto Leo Lara/Universo Produção


— agosto 2012
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GUARANÁ POR PATRÍCIA BONALDI

Alô;) Rafa? Pode vir a Uberlândia amanhã desenhar uma latinha de Guaraná customizada com minha equipe?
YEAH! E lá fui eu madrugar em Confins pra me encontrar com Patricia Bonaldi num exercício criativo que gerou quatro latas e uma série de desdobramentos. Em votação online, uma delas foi eleita e lançada na loja no Jardins, em SP.


— julho 2012
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SEMANA DO ROCK

Identidade visual, cartazes, camiseta e anúncio para Semana do Rock, projeto da Sleep Walkers que selecionou 13 bandas para homenagear ícones durante o período que margeia o Dia Internacional do Rock. Com Bruno Veloso (lettering e ilustração)


— junho 2012
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SALIÓ PARA COMPRAR TABACO

Uma viagem regalada e a missão de fotografar, sem contudo atrapalhar o ócio recreativo dos dias de folga. Em Montevidéu não tardou muito pra que o tema do projeto se definisse, afinal o abandono está por toda a parte. Sem perguntar os motivos, avaliei o fato de que essa ideia poderia me acompanhar em outros trajetos.

O ruído do abandono e detalhes antes só observados agora são catalogados em angulo cuidadoso. A percepção muda e associações geram experiências surpreendentes. Na tentativa de descobrir uma cidade, terminei por investigar possibilidades.

A proposta é fotografar edifícios abandonados em várias cidades do mundo, expondo a arquitetura e a sociedade local de forma não usual. Estas imagens, produzidas em p/b com o intuito de potencializar o efeito do abandono, passarão por uma curadoria e as eleitas ocuparão as fachadas e o interior das galerias, revelando, em tamanho natural, resquícios da cidade abandonada. O resultado será apresentado também em fanzine, ferramenta difundida de comunicação impressa de baixo custo.

Apresentarei, por meio da fotografia e envolvendo diferentes meios, a estética do abandono. Os materiais e suportes carregam esse conceito. As fachadas serão ocupadas com lambe-lambes: o papel exposto às intempéries, modificado em cada local por especificidades climáticas. Os fanzines substituem os catálogos, carregando a força da contra-cultura. Os olhares sobre a realidade social de cada cidade estarão expostos em outra; não no mesmo lugar onde as imagens foram produzidas.

“Saiu para comprar cigarro e nunca mais voltou” é uma expressão usada para definir algo ou alguém que desapareceu. Ela traduz o projeto, que se propõe a captar locais inexplicavelmente abandonados por seus habitantes. Os primeiros cliques se deram em Montevidéu, cidade que conta com grande volume de estabelecimentos abandonados, alguns destes importantes edifícios em estilo Art Deco.


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CILA SS 13

Passagem _Verão Cila 2013. Estilo Tereza Vasconcelos Fotos Breno Mayer. Assistente Tiago Nunes. Beleza Ronnie Peterson


— junho 2012
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CINEOP

A convite de Leonardo Gomes, trabalhamos em parceria para a criação das peças de promoção e sinalização da 7ª CINEOP, MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO.
Foto Leo Lara/Universo Produção


— maio 2012
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SOUVENIRS _ LIVRO OBJETO

Acorda às cinco e arruma a cama. O barraco não tem gaz e o café é feito em fogareiro fora de casa, onde caixas empilhadas sob teto de amianto guardam o que não coube dentro. Chega à área externa depois de rastejar pelos túneis revestidos de objetos armazenados durante anos. A irmã senta próxima à porta, em tábua de madeira erguida por doze tijolos, seis de cada lado. O café é servido em caneca de ferro. Veste o turbante e segue para a padaria, onde costuma ficar debruçada no balcão. O corte, que já vai do joelho ao calcanhar, sangra e cheira mal. Um desmaio os obriga a levá-la ao hospital, onde resiste pouco, dada à gravidade da infecção. Ainda sentada, a irmã é alertada da morte e se recolhe nos escombros a caminho do colchão. Tira o picado seguro pelo soutien e acende. Dá o primeiro trago e o deita no tecido. Agora cinza, pouco a pouco (a) camada se descompacta.

Tendo como suporte um livro antigo e referindo-se a ele como a casa, cavei as páginas e capa de modo a expor as camadas. O objeto está contido em embalagem de acrílico transparente que pretende trazer o valor visível para o que aparentemente não passa de lixo. A proposta é assimilar o sentimento ali presente, destacando o apreço e o modo de pensar dos que habitam a morada. As palavras foram rasgadas aleatóriamente em movimentos orgânicos, como túneis construídos por insetos.


— abril 2012
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FLORIANO CAFÉ

Identidade Visual para Floriano Livraria e Café <3


— fevereiro 2012
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FESTIVAL DE INVERNO UFMG

Sistema de Identidade Visual para o concurso do FESTIVAL DE INVERNO DA UFMG | Diamantina, sob o tema O Bem Comum. Dentre os itens apresentados, estava a bolsa em algodão cru, peça promocional para participantes inscritos nas oficinas.